Manchete Regional

E-Sport é esporte sim, e a mídia finalmente reconheceu

Esporte tem crescido a cada ano e surpreende até os mais fanáticos.

Quando os esportes eletrônicos surgiram com força no país, em 2012. Ninguém imaginava que a indústria fosse crescer tão rápido como cresceu. Em quatro anos, os E-Sports, que eram disputados em campeonatos pequenos, sem premiações, e sem nenhuma estrutura, passaram a ser disputados em campeonatos gigantes, com premiações milionárias, e finais com milhões de espectadores. Muitas dessas finais foram realizadas em grandes palcos, como a do campeonato brasileiro de League ofLegends de 2015 (CBLOL 2015), realizada no Allianz Parque com a presença de 12 mil torcedores.

Porém, mesmo com toda ascensão que os E-Sports mostravam aqui no Brasil, a mídia ainda não enxergava impacto suficiente, para que os games fossem valorizados e noticiados como esportes tradicionais. Uma matéria aqui, outro vtalí, mas nunca nada muito grande. Os E-Sports permaneceram, até os primeiros meses de 2016, sem muito espaço. Porém, tudo mudou.

Emissoras de tv à cabo, como Esporte Interativo, ESPN e SporTV, resolveram dar uma chance aos E-Sports, e começaram a transmitir aos poucos alguns campeonatos de games como o próprio League ofLegends, Dota2, e CounterStrike:GlobalOffensive, o resultado? Audiência. Muita audiência. Para se ter uma ideia, a final do CBLOL 2016, transmitida pelo SporTV, registrou uma audiência de 1,4 milhão de espectadores.

Entretanto, mesmo com toda essa audiência, os esportes eletrônicos ainda não tinham muito espaço na mídia em programas esportivos, as emissoras ainda não estavam se dedicando a ter um programa especial para o público do E-Sport, ou algo parecido. E essa é a maior conquista de 2017.

Os investimentos, que já estavam muito maiores, cresceram ainda mais. Grandes nomes decidiram investir na indústria, pois enxergaram potencial. Ronaldo fenômeno, comprou 50% dos direitos de uma equipe de League ofLegends, em um momento histórico para o cenário. E foi aí que a mídia finalmente entendeu a proporção dos esportes eletrônicos no país.

O resultado nós podemos enxergar nos dias atuais, na última segunda-feira (20), por exemplo. O programa “Bem Amigos” do SporTV, apresentado pelo narrador Galvão Bueno, teve um bloco falando apenas sobre E-Sport. Durante o programa, Galvão não escondeu a alegria com o tema, e até arriscou uma narração de partida de League ofLegends.
 
Outras emissoras, abertas e fechadas, também estão dedicando espaços na programação para os esportes eletrônicos. Existem, em São Paulo, até mesmo repórteres específicos que cobrem apenas os E-Sports. Uma realidade totalmente incrível, e que era difícil de imaginar que em apenas cinco anos, estaríamos vivendo.

A mídia finalmente reconhecer e incorporar os E-Sports, como um dos principais assuntos de suas programações, é só mais um passo dessa indústria que ainda tem muito para crescer. Segundo pesquisas realizadas, o mercado de E-Sports já move mais dinheiro que a indústria do cinema. A final do último campeonato mundial de League ofLegends, teve 43 milhões de espectadores ao redor do mundo, número maior que a final da NBA. Para o que era apenas um joguinho, até que eles tão indo bem né? E tem muito mais por vir nos próximos anos.
 
 
Foto: Reprodução Internet
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E-Sport é esporte sim, e a mídia finalmente reconheceu

Quando os esportes eletrônicos surgiram com força no país, em 2012. Ninguém imaginava que a indústria fosse crescer tão rápido como cresceu. Em quatro anos, os E-Sports, que eram disputados em campeonatos pequenos, sem premiações, e sem nenhuma estrutura, passaram a ser disputados em campeonatos gigantes, com premiações milionárias, e finais com milhões de espectadores. Muitas dessas finais foram realizadas em grandes palcos, como a do campeonato brasileiro de League ofLegends de 2015 (CBLOL 2015), realizada no Allianz Parque com a presença de 12 mil torcedores.

Porém, mesmo com toda ascensão que os E-Sports mostravam aqui no Brasil, a mídia ainda não enxergava impacto suficiente, para que os games fossem valorizados e noticiados como esportes tradicionais. Uma matéria aqui, outro vtalí, mas nunca nada muito grande. Os E-Sports permaneceram, até os primeiros meses de 2016, sem muito espaço. Porém, tudo mudou.

Emissoras de tv à cabo, como Esporte Interativo, ESPN e SporTV, resolveram dar uma chance aos E-Sports, e começaram a transmitir aos poucos alguns campeonatos de games como o próprio League ofLegends, Dota2, e CounterStrike:GlobalOffensive, o resultado? Audiência. Muita audiência. Para se ter uma ideia, a final do CBLOL 2016, transmitida pelo SporTV, registrou uma audiência de 1,4 milhão de espectadores.

Entretanto, mesmo com toda essa audiência, os esportes eletrônicos ainda não tinham muito espaço na mídia em programas esportivos, as emissoras ainda não estavam se dedicando a ter um programa especial para o público do E-Sport, ou algo parecido. E essa é a maior conquista de 2017.

Os investimentos, que já estavam muito maiores, cresceram ainda mais. Grandes nomes decidiram investir na indústria, pois enxergaram potencial. Ronaldo fenômeno, comprou 50% dos direitos de uma equipe de League ofLegends, em um momento histórico para o cenário. E foi aí que a mídia finalmente entendeu a proporção dos esportes eletrônicos no país.

O resultado nós podemos enxergar nos dias atuais, na última segunda-feira (20), por exemplo. O programa “Bem Amigos” do SporTV, apresentado pelo narrador Galvão Bueno, teve um bloco falando apenas sobre E-Sport. Durante o programa, Galvão não escondeu a alegria com o tema, e até arriscou uma narração de partida de League ofLegends.
 
Outras emissoras, abertas e fechadas, também estão dedicando espaços na programação para os esportes eletrônicos. Existem, em São Paulo, até mesmo repórteres específicos que cobrem apenas os E-Sports. Uma realidade totalmente incrível, e que era difícil de imaginar que em apenas cinco anos, estaríamos vivendo.

A mídia finalmente reconhecer e incorporar os E-Sports, como um dos principais assuntos de suas programações, é só mais um passo dessa indústria que ainda tem muito para crescer. Segundo pesquisas realizadas, o mercado de E-Sports já move mais dinheiro que a indústria do cinema. A final do último campeonato mundial de League ofLegends, teve 43 milhões de espectadores ao redor do mundo, número maior que a final da NBA. Para o que era apenas um joguinho, até que eles tão indo bem né? E tem muito mais por vir nos próximos anos.
 
 
Foto: Reprodução Internet

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